Odontocronicos

ODONTOCRÔNICOS

ALUNO: ANTONIO TAVARES BUENO JÚNIOR

ORIENTADOR: DR. ARI FERREIRA DE QUEIROZ

Artigo científico apresentado à Faculdade Sul-Americana, de Goiânia-GO, como exigência para obtenção do título de especialista, no curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão e Docência no Ensino Superior, sob a orientação do professor doutor Ari Ferreira de Queiroz.

GOIÂNIA

2010

Tema

ODONTOCRÔNICOS

Delimitação do Tema

A importância das funções da boca e do nariz para o equilíbrio da saúde e no aprendizado escolar

Antonio Tavares Bueno Júnior

Doutor Ari Ferreira de Queiroz2

RESUMO

Este artigo apresenta as conclusões do estudo e pesquisa realizada em 11.647 indivíduos odontocrônicos do nascimento ate 15 anos, durante um período de 20 anos, demonstrando sua caracterização na odontologia, medicina e conseqüências no aprendizado nas escolas, universidades e empresas em todos os níveis, por diminuição do fluxo de oxigênio, em áreas específicas a nível cerebral, devido a hábitos e/ou vícios orais deletérios.

Relata também dados neste estudo a uma assistência direcionada a tais indivíduos odontocrônicos, suas discrepâncias no crescimento e desenvolvimento facial, no comportamento diário, aprendizagem escolar e alterações das funções do nariz e boca desde o seu nascimento. Sugere monitoramento baseado em estudos e dados em pacientes diagnosticados como odontocrônicos, bem como tratá-los para uma qualidade de vida melhor.

Palavras-chave: Odontocrônicos; aprendizagem no ensino; hábitos orais ou vícios orais; ortopedia funcional dos maxilares; síndrome do respirador bucal; deglutição atípica; TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade.

INTRODUÇÃO

Odontocrônico é o portador de doença oral e respiratória de comprometimento sistêmico que tem como causa primária hábitos miofuncionais deletérios e/ou vícios orais, causando o desequilíbrio na oxigenação cerebral. Sendo o cérebro hierarquicamente acima dos membros e órgãos do indivíduo, tem no seu equilíbrio de estímulos, importância fundamental na aprendizagem escolar e manutenção da saúde.

Desequilíbrio é o ponto aonde começa uma doença. O que se busca é identificar onde ele é a causa primária das doenças. Seus reflexos na qualidade de vida do homem são nítidos, provocando em decorrência da diminuição da oxigenação cerebral, conseqüências graves no aprendizado escolar e no desequilíbrio da sua saúde, podendo levar até a morte.

Para executar esta atividade necessita-se saber quando o desequilíbrio das funções da boca e nariz geram alterações e diminuição dos estímulos através dos neurotransmissores pré-frontais, modificando as reações de feedback em áreas específicas cerebrais, dificultando a aprendizagem escolar, o sono, o desenvolvimento e crescimento facial e na atividade de vida diária (AVD).

Sendo o cérebro um órgão complexo e com estímulos tão primitivos, vamos através desta função, relatar que na dificuldade de arejamento celular pode acontecer o início do desequilíbrio, alterando o funcionamento normal dos estímulos cerebrais causando sérias conseqüências para o homem.

Sabemos que os neurônios e os artrócitos responsáveis pela transmissão dos estímulos que interagem no comportamento e quando alterados por falta de oxigenação tem uma influencia significativa na atividade diária no indivíduo.

No entanto, apesar da gravidade do problema, nem o indivíduo, nem os profissionais dedicam atenção especial a esta importante alteração funcional nas células cerebrais pela diminuição de oxigenação devido a falta de função da boca e nariz.

Há sete tipos possíveis de alterações de função identificadas a partir dos hábitos deletérios, bucais e nasais, conforme seguem:

a) Na falta das funções do nariz ( respiratória)

b) Na falta das funções da boca (função oral)

c) Na falta das funções de defesa às doenças orais (saliva)

d) Na falta de comunicação sonorização (som oral)

e) Por alterações da ATM (articulação temporo mandibular)

f) Por traumas na face

g) Na dor oro facial

Diante do exposto, temos a importância do estudo.

“Crônico é aquilo que nós não tivemos a audácia de resolver antes.”

Prof. Dr. Maurício Waldman

Pós-Doutorando UNICAMP – Instituto de Geociências

MÉTODO

Nas tabelas abaixo, foram analisadas de acordo com a pesquisa, seguindo uma metodologia clínica a um estudo linear de observação nos dados coletados no Critério inicialQueixa principal. Estas informações foram fornecidas pelo paciente e ou responsável, aos profissionais na área Odontológica e Médica nas possíveis alterações de função da boca e nariz, identificadas a partir dos dados relatados como a presença de hábitos deletérios miofuncionais, orais e nasais bem como atividade comportamental.

JUSTIFICATIVA

No primeiro relato realizado pelo paciente e em todos os casos aonde a queixa principal está relacionada com a boca e nariz, foram anotados em mais de 80% dos casos, resultados relativos a falta de função da boca e nariz com alteração na vida diária do paciente.

Segundo os autores Wilma Alexandre Simões, Pedro Planas, HP Bimler, German Ramírez-Yáñez e Stutzmann JJ Petrovic citam que as alterações faciais e posicionamento dos dentes são visíveis quando hábitos orais e nasais deletérios estão presentes na fase de desenvolvimento do indivíduo.

No caso de respiradores bucais e portadores de deglutição atípica, com falta de oxigenação cerebral identificados de alto risco tanto nos achados médicos como odontológico temos nas citações através de hipóteses científicas sobre os mecanismos anatômicos do TDAH, fisiopatológicos e bioquímicos de Biederman et. al. 2007; Spencer 2007 uma relação direta nos dados relatados pelos pacientes e o mesmo achado com diagnóstico medico odontológico a falta de função da boca e nariz .

Também nos Estudos usando metodologias clínicas (Still 1902; Grattan and Eslinger 1992; Barkley 1998), neurobiológicas (Alexander, 2000), neuroquímicas (Himelstein, 2000), neuropsicológicas (Halperin, 1991), neurofisiológicas (Tannock, 1998; Himeltstein 2000), psiconeurofarmacológicas (Himeltstein, 2000) e neuroimagenológicas (Sieg et al. 1995; Gustafsson, 2000; Schweitzer et al. 2000), concordam que o TDAH parece ser uma doença de origem multifatorial, com componentes genéticos e ambientais, onde provavelmente vários genes anômalos de pequeno efeito em combinação com um ambiente hostil, formatariam um cérebro alterado em sua estrutura química e anatômica.

Os circuitos cerebrais envolvidos são os relacionados ao controle da atenção e dos impulsos – fronto-estriatais, límbicos e cerebelares – e as estruturas neuroquímicas são os sistemas dopaminérgico e noradrenérgico (Barkley 1998, 2002; Biederman 2005) e estes fatores ambientais e um cérebro alterado em sua estrutura química corresponde aos dados obtidos pelo relato dos pacientes e diagnosticados como portadores de disfunção do nariz e boca através das análises nas tabelas abaixo relacionadas.

No aspecto neuroquímico, o TDAH é concebido como um transtorno no qual os neurotransmissores catecolaminérgicos funcionam em baixa atividade. A ênfase está na desrregulação central dos sistemas dopaminérgicos e noradrenérgicos que controlam a atenção, organização, planejamento, motivação, cognição, atividade motora, funções executivas e também o sistema emocional de recompensa (Solanto et al, 2001) ,Tanto nos pacientes TDAH como nos portadores da síndrome do respirador bucal encontramos nas tabelas, relatos na alteração de comportamento em todos os pacientes com falta de função da boca e nariz

O que não fica claro em todas as citações é a origem dos hábitos e a origem do desequilíbrio nos estímulos nas células cerebrais o que chamamos de feedback miofuncional, e é o que a partir desta análise das tabelas iremos demonstrar que pela falta de função da boca e nariz determinam que pode ser a causa desde desequilíbrio. Em síntese as sete alterações podem ser assim caracterizadas

a) Na falta de função do nariz (respiratória)

Na tabela a) e 1a) Falta de função do nariz (respiratória) fica demonstrado que as queixas relatadas pelos pacientes e observadas pelos profissionais, são sintomas de patologias oriundos da falta de função da boca e nariz e o que vemos após realizado o monitoramento, segundo a tabela a) 1a) são os sintomas tanto na área Odontológica e/ou Médica que também estão relacionadas com a falta de função do nariz.

Estes dados nos indicam que a falta de arejamento cerebral seja origem de vários sintomas apresentados em pacientes portadores da Síndrome do Respirador Bucal inclusive nos pacientes diagnosticados como TDA-H – Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade. No gerenciamento de risco a analise dos dados nos levam a admitir a gravidade na

área respiratória comprometendo o feedback de estímulos miofuncionais cerebrais relativo a atividade diária dos odontocrônicos.

Critério inicial

1.a.) Função respiratória

Gerenciamento de Risco

Queixa principal

Hábitos orais, sono agitado, hiperatividade, alergia nasal, mucosa nasal e ou boca seca ou secreção constante, cavidades sinusaiscomprometidas, dificuldade no aprendizado e (TDA-H) Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Odontológica

Boca e nariz seco, alto índice de cárie, boca sempre aberta, dentes opacos,vícios ou hábitos orais, dentes posicionados de forma incorreta para a função oral,tosse seca noturna, mau hálito, (TDA-H) Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade e respirador bucal e respiração e deglutição atípica.

Alto risco

Médio risco

Médica

Indolente, adenóide hipertrófica, amigdalites recorrente, febre alta, olho vermelho, cefaléia, hiperativo ou sonolento, alimentação comprometida, sono agitado, sinusites, bronquites recorrentes, tosse seca, dores abdominais, cansaço com pouco movimento e (TDA-H) Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade.

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Objetivo do monitoramento

Restaurar a função respiratória, diminuição das doenças da boca, garganta e nariz,

Melhoria nas fases do sono, hiperatividade controlada, hábitos orais modificados ou eliminados, melhor qualidade de vida com a reposição da mandíbula e exercícios respiratórios, melhoria na aprendizagem, eliminação dos medicamentos e comportamentos dos indivíduos diagnosticados como (TDA-H) Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade e recuperá-los para o AVD – Atividade de Vida Diária.

Baixo risco

Freqüência do monitoramento

Um ou mais contatos semanais

Alto risco

Médio risco

Periodicidade do monitoramento

Um ano ou mais

Alto risco

Médio risco

Marcadores de causa

Função do aparelho respiratório nonascimento e após o nascimento, hábitos deletérios na amamentação, deglutição atípica e respirador bucal.

Alto risco

Encaminhamento

Ortopedia funcional dos maxilares, fonoaudiologia, Otorrinolaringologia, fisioterapeuta.

Alto risco

Médio risco

Prevenção/custo evitado

Após um ano sem recorrência a novas consultas para tratamento.

Baixo risco

Risco evitado

Após monitoramento evitar cirurgias de amígdalas e adenóides, diminuir consultas para tratamentos odontológicos e Médicos e melhor qualidade de vida.

Baixo risco

b) Na falta das funções da boca (função oral)

Segundo os autores Wilma Alexandre Simões, Pedro Planas, HP Bimler, German Ramírez-Yáñez, as alterações no crescimento facial e suas conseqüências para o alinhamento dental e desenvolvimento facial em indivíduos são freqüentes quando funções da boca estão alteradas. Estes autores não denominam as origens das alterações ficando vago sempre o inicio do desequilíbrio.

Na análise da tabela, no Critério Inicial temos uma relação de dados expressados na Queixa Principal, Odontológica e Médica de patologias que estão presentes e relacionadas com a disfunção muscular da face, retração mandibular, alteração miofuncional por hábitos e vícios deletérios que levam a diminuição na oxigenação cerebral e que pelos dados obtidos são as causas das alterações citadas pelos autores acima relacionados.

No Gerenciamento de Risco está presente a gravidade da falta de função da boca através dos hábitos deletérios miofuncionais, especificamente na face e tórax, classificando esta disfunção como sendo de alto risco. Isto vem demostrar que as patologias presentes, alteração no comportamento do individuo estão relacionadas com hábitos deletérios citados na tabela 1.b).

Critério inicial

1.b.) Função da boca

Gerenciamento de risco

Queixa principal

Dificuldade de mastigação, falta de dentes, dor ao toque, dentes fora de posição, lesão de esmalte, cárie presente, lesão na gengiva, edemas, desvios crescimento na face, deficiência na fala, respirador bucal e dificuldade no sono.

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Odontológica

Dores musculares na face, perda óssea alveolar devido ao toque dental nos erros de movimentos mastigatórios, retração gengival, alterações na saliva comprometendo a autóclise, dislalia, dislexia, dificuldade no aprendizado, (TDA-H) Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade, obeso ou abaixo do peso, dificuldade de dormir, ranger de dentes, sono agitado, micção noturna, chupa o dedo ou bicos, olheiras escuras, dificuldade postural, anda com os pés abertos, ronco e apnéia, hipertensão arterial, respirador bucal, degutição atípica, dentes desalinhados e alteração postural da mandíbula.

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Médica

Enxaquecas, cefaléias, dores na face, dores de ouvido, alterações metabólicas obesidade perda de peso, alteração no aprendizado escolar, dores na coluna cervical e sétima vértebra, dificuldade respiratória, TDA/H Transtorno Déficit de Atenção e Hiperatividade e/ou Hipoatividade e peso acima ou abaixo do normal.

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Objetivo do monitoramento

Melhor qualidade de vida, aprendizado recuperado com melhor oxigenação cerebral corrigindo os hábitos orais, equilíbrio nas funções mastigatórias, evitar perdas dentais, recuperação da função oral com reposição mandibular e tratamento adequado dos elementos dentais retomando a função oral com movimentos de lateralidade, uma saliva alcalina com suas funções adequadas para a saúde geral.

Baixo risco

Baixo risco

Freqüência do monitoramento

Um ano ou mais

Alto risco

Médio risco

Periodicidade monitoramento

Um ou mais contatos semanais

Alto risco

Baixo risco

Marcadores/ causa

Falta de aprendizagem nas escolas, função mastigatória a importância da boca para sua saúde geral. (TDA-H) Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade, hábitos orais, deglutição atípica, respirador bucal.

Alto risco

Encaminhamento

Prótese dental, implantes, clínico geral tratamento odontológico adequado para as funções orais, ortopedia funcional dos maxilares.

Alto risco

Prevenção/ custo evitado

Após tratamento evitar recorrências em consultas Médico e Odontológica com retornos de manutenção e/ou retratamento

Baixo risco

Risco evitado

Após monitoramento melhor qualidade de vida

Baixo risco

 

c)Na falta das funções de defesa às doenças orais (Saliva)

Segundo Palamim. Fonoatual, São Paulo, v 3, n. 8 p. 19-26, 1999 , Kuchinski, Fabio Benedito. Histologia Dental e Periodontal 8 ed, São Paulo, Graftipo editora, citam em seus trabalhos que saliva é secretada de maneira continua, constituindo a secreção basal ou de repouso responsável pelo equilíbrio do sistema tampão e umidadeconstante da mucosa oral. Há, entretanto, uma permanente modificação de fluxo e da qualidade da saliva de acordo com dos estímulos que agem sobre as glândulas salivares.

As alterações das funções da saliva mostra uma relação direta entre a falta de estímulos cerebrais e entre as patologias descritas na tabela 1c) em nossa analise podemos ver a importância deste fluido no equilíbrio químico de proteção e efeito tampão para a saúde da cavidade oral e a relação direta com as funções e disfunções orais.

No Critério InicialQueixa PrincipalOdontológica e Médica, os nossos dados confirmam que as patologias orais estão diretamente relacionadas com a falta de qualidade e quantidade da saliva que por conseqüência nos mostra a importância desta secreção para a imunidade na mucosa oral e esmalte dental e a importância em estabelecer uma melhor relação no desenvolvimento e produção dos estímulos das funções orais e nasais.

Em todos os casos observados, o relato da falta de função da boca e nariz esta relacionado com a proteção da saliva isto é, seu sistema tampão e o equilíbrio entre as funções da boca e saliva. Quando isto não acontece as patologias presentes como as lesões de esmalte e as lesões na cavidade oral, mucosa, tecido lingual e hálito alterado, amigdalites recorrentes, faringites estão relacionadas com esta importante relação de equilíbrio entre as funções da boca e as funções da saliva.

Nos objetivos de monitoramento descritos está demonstrado que, quando não há equilíbrio entre as funções da boca e do nariz, e isto esta claro que interfere na quantidade e qualidade de saliva, ficando desta forma o individuo caracterizado como odontocrônico. No gerenciamento de risco coloca estes indivíduos como sendo de alto risco.

Critério inicial

1.c.) Falta das funções de defesa às doenças orais

Gerenciamento de risco

Queixa principal

Boca seca, lesões da mucosa oral, dificuldade na alimentação e deglutição lábios secos, respiração pela boca, aftasherpes e carie.

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Odontológica

Alteração na composição química da saliva dificultando a autóclise, aumento no numero de lesões de esmalte, sem paladar, perda constante de restaurações dentais, herpes labial, sangramento com edema gengival, mobilidade dental e halitose, boca seca e respirador bucal, dificuldade na fala e dificuldade de deglutir.

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Médica

Perda de apetite, anemia, desequilíbrio hormonal, dor abdominal, febre ou hipotermia, dificuldade respiratória, garganta inflamada com edema de amígdalas, perda de peso, halitose e baixa imunidade.

Alto risco

Objetivo do monitoramento

Equilíbrar o fluxo e a função da saliva, função da boca e nariz, restabelecer qualidade de vida ao paciente, com a função oral e respiratória a termo, diminuir a possibilidade de recorrência e retomar a saúde geral

Baixo risco

Freqüência do monitoramento

Um ou mais contatos semanais

Alto risco

Médio risco

Periodicidade do monitoramento Um ano ou mais

Alto risco

Marcadores/ causa

Marcadores/ causa

Patologias que interferem no equilíbrio hormonal, medicamentos que interferem no equilíbrio hídrico e oxigenação cerebralmínima.

Alto risco

Alto risco

Encaminhamento

Odontólogo especialista em ortopedia funcional dos maxilares, endocrinologista, nutricionista.

Alto risco

Médio risco

Prevenção/custo evitado

Diminuir a consulta para tratamentos médica e odontológica e retornar somente para manutenção da saúde oral.

Baixo risco

Risco evitado

Após monitoramento melhor qualidade de vida.

Baixo risco

d) Na falta de comunicação sonorização (o som oral)

Segundo os autores Wilma Alexandre Simões, Pedro Planas, HP Bimler, German Ramírez-Yáñez,.citam que as discrepâncias no crescimento facial, levam a dentes mau posicionados na cavidade oral e também posicionamento ectópico da mandíbula, da língua com conseqüência na alteração da voz, por comprometimento miofuncional dos músculos faciais, labiais e lingual.

No Critério InicialQueixa PrincipalOdontológica e Médica em nossa análise mostra que a falta de função da boca e nariz quando presente modificam a sonorização e a comunicação verbal, proporcionando uma alteração no comportamento diário do individuo , levando a presença de dislalia e/ou dislexia relacionado com o som oral, comprometendo o aprendizado escolar.

No Gerenciamento de Risco, fica claro também que as alterações no som oral ou na comunicação verbal como na escrita dependem da função correta do nariz e da boca, caracterizando o paciente odontocronico como sendo de alto risco.

Critério inicial

1.d.) Sonorização

Gerenciamento de risco

Queixa principal

Alterações na dicção, troca de sílabas, fala errado, dislalia, dislexia, deglute errado, falta de atenção escolar, lento nas respostas mais simples, (TDA-H) Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade, dentes desalinhados

Alto risco

Odontologia

Lábio leporino, hábitos ou vícios orais, deglutição atípica, respirador bucal,traumas, perdas dentais, uso de próteses, músculos labiais hipotônicos, alterações nos músculos da língua, respirador bucal, degutição atípica e dentes desalinhados

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Médica

Lábio leporino, amígdalas e adenóides hipertróficas, patologias pulmonares, cirurgias orais extensas, patologias nas pregas vocais, alterações funcionais no ouvido uso de medicamentos controlados, faringe e laringe alteradas

 

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Objetivo do monitoramento

Restabelecer a voz e a capacidade de comunicação, restabelecer as funções orais e nasais para melhor qualidade de vida.

Baixo risco

Freqüência do monitoramento

Um ou mais contatos semanais

Alto risco

Médio risco

Periodicidade do monitoramento

Um ou mais anos

Alto risco

Médio risco

Marcadores / causa

Alteração das cordas vocais, dislalia, dislexia, respirador bucal

Alto risco

Encaminhamento

Ortopedia funcional, dos maxilares, otorrino, ortodontia, fonoaudiologia, prótese.

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Prevenção custo evitado

Após monitoramento diminuição de consultas e retratamentos

Baixo risco

Risco evitado

Recuperação das alterações após tratamento e monitoramento

Baixo risco

e) Por Alterações da ATM (Articulação Temporo Mandibular)

Articulação Temporo Mandibular – ATM uma das articulações mais complexas do nosso corpo tem o fator de equilíbrio importante nos músculos da cabeça, face e coluna cervical. Autores como Petrovic, Simões e Planas citam que alterações na Articulação Temporo Mandibular – ATM tem uma correlação direta com a disfunção oral e desenvolvimento facial.

No critério inicial, queixa principal, odontológica e médica os critérios apresentados levam a concluir que sendo a mandíbula o único osso com mobilidade e considerado o osso mais importante da cabeça, os seus desvios por hábitos deletérios e vícios orais, proporciona ao paciente risco de patologias, dores e disfunção da Articulação Temporo Mandibular – ATM.

Alterações no crescimento facial por disfunção muscular ou alteração no crescimento condiliar e corpo da mandíbula pode comprometer a função da boca e do nariz, com conseqüência na diminuição no fluxo de oxigênio ao cérebro, levando o indivíduo a alterações no aprendizado escolar, que por conseqüência coloca este paciente odontocronico em situação de alto risco na análise em questão.

Critério inicial

1.e.) Alterações da ATM

Gerenciamento de risco

Queixa principal

Dor na área anterior do pavilhão auditivo, dor na região temporal, dor ao abrir e fechar a boca, estalos nos ouvidos, zumbidos, diminuição na abertura da boca, labirintite.

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Odontologia

Alterações na cavidade glenóide, alterações nos côndilos articulares do ramo ascendente da mandíbula, falta de função da boca, traumas e tumores, (TDA-H) Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade e/ou Hipoatividade, perdas dentais e/ou uso de protese

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Médica

Cefaléias, enxaquecas, zumbido, falta de equilíbrio, tonturas ao levantar

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Objetivo do monitoramento

Retomar as funções orais e nasais paramelhor qualidade de vida

Baixo risco

Freqüência do monitoramento

Um ou mais contatos semanais

Alto risco

Médio risco

Periodicidade do monitoramento

Um ano ou mais

Alto risco

Médio risco

Marcadores e/causas

Traumas, perdas dentais, próteses sem ajustes, falta de função da boca e nariz

Alto risco

Médio risco

Encaminhamento

Buco maxilo facial, ortopedia funcional dos maxilares, protesista, Médico, ortodontista.

Alto risco

Médio risco

Prevenção/custo evitado

Após tratamento e monitoramento recuperação das atividades normais

Baixo risco

Risco evitado

Diminuição de retratamentos após monitoramento

Baixo custo

f)Por Traumas na face

Na análise por traumas na face, a queixa principal, como odontológica e médica, vêm acompanhados de seqüelas musculares e ósseas, ocasionando alterações da função da boca e nariz, comprometendo oxigenação cerebral. Pacientes pós traumas faciais adquirem hábitos orais e respiratórios com um gerenciamento de risco alto, com isso uma alteração no processo funcional respiratório, comprometendo osindivíduos ora chamados de odontocrônicos.

Critério inicial

1.f.) Traumas

Gerenciamento de risco

Queixa principal

Dor, dificuldade de movimentação na abertura da boca, mobilidade edental edemas localizados, fraturas

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Odontologia

Lesões ósseas, lesões de tecidos moles, dificuldade respiratória e mastigatória

Alto risco

Médio risco

Baixo risco

Médica

Atendimentos de urgência, Raios X, cirurgias faciais, fraturas

Alto risco

Médio risco

Objetivo principal

Restabelecer as funções orais e nasais, evitar seqüelas orais melhor qualidade de vida

Baixo risco

Freqüência de monitoramento

De seis meses a um ano

Alto risco

Médio risco

Periodicidade e monitoramento

Um ou mais contatos semanais

Alto risco

Médio risco

Marcadores/ causas

Acidentes

Alto risco

Encaminhamento

Bucomaxilo facial, ortodontia, ortopedia funcional dos maxilares, médico

Alto risco

Médio risco

Prevenção/custo evitado

Após manutenção evitar recorrências

Baixo risco

Risco evitado

Após monitoramento recuperação das atividades normais

Baixo risco

g) Na dor oro facial

A dor oro facial que apresenta sua origem na falta de função do nariz e da boca, são características dos indivíduos odontocronicos. Estes apresentam hábitos de postura de mandíbula por deglutição e respiração atípica, comportamento miofuncional da atividade muscular facial , estes são fatores observados na queixa principal na analise odontológica e medica.

As dores oro faciais tem como origem na tabela abaixo, na disfunção oral e/ou respiratória e sendo os indivíduos odontocronicos caracterizados também com estas disfunções, necessitam de monitoramento contínuo por serem indivíduos de alto risco.

Critério inicial

1.g.) Dor oro facial

Gerenciamento de risco

Queixa principal

Dor continuada na região orofacial

Alto risco

Odontologia

Respirador bucal, deglutição atípica, dificuldade na alimentação, quadro depressivo, hiper e hipo salivação e falta de higiene oral

Alto risco

Médio risco

Médica

Ansiedade, quadro depressivo e enxaquecoso e alteração na Atividade de Vida Diária (AVD)

Alto risco

Médio risco

Objetivo principal

Identificar a origem da dor, alívio da dor, restabelecer as atividades miofuncioais da face

Médio risco

Freqüência de monitoramento

Um ou mais contatos semanais

Alto risco

Médio risco

Periodicidade e monitoramento

Um ano ou mais

Alto risco

Médio risco

Marcadores/ causas

Dor oro facial, dor miofuncional facial

Alto risco

Encaminhamento

Ortopedia funcional

Alto risco

Médio risco

Prevenção/custo evitado

Reestabelecer as funções oro faciais e a Atividade de Vida Diária (AVD)

Alto risco

Médio risco

1. Característica do tratamento odontológico tradicional sem atenção ao indivíduo odontocrônico

O paradigma no atendimento à saúde oral no Brasil se dá de uma forma bem definida e não obedecendo a odontologia em evidencia do século XXI que é, o paciente que procura seu Cirurgião Dentista por uma patologia instalada e ou por dor, o que dificulta o sucesso do tratamento, pois as causas primárias não são definidas e/ou tratadas e quando sem dor não termina o plano inicial de atendimento tendo a cárie ainda como sendo o objetivo dos tratamentos.

As disfunções da boca como causa de patologias e distúrbios no crescimento e desenvolvimento facial não fazem parte do tratamento e realiza somente uma odontologia de ações curativas, cirúrgicas e ou preventivas na face dental e tecido moles da cavidade oral.

O processo também se aplica a ortodontia pois o tratamento com alinhamento  tem passado como fator primeiro para a estética dental sem por vez sequer ter no diagnóstico a origem do desalinhamento dental, o que tem comprometido a estabilidade dos tratamentos realizados.

Ações Curativas (Assistência Odontológica Tradicional):

l Diagnóstico

l Plano de tratamento

l Tratamento dental

Ações Preventivas e Ações de controle da doença:

l Monitoramento periodontal,

l Identificação de risco fluoretos, selamentos em esmalte dental

l Aplicação do programa de redução de risco com técnicas de higiene dental.

2. Paradigma para o tratamento atual aos pacientes odontocronicos com dados apontados nas tabelas acima apresentadas

O tratamento odontológico e o médico objetivando uma odontologia em evidencia é realizado através de um estudo das funções da boca e nariz e suas conseqüências para uma oxigenação cerebral mínima, necessária para a recuperação das funções vitais da face, função do nariz, boca, AVD atividade de vida diária e no aprendizado escolar.

Com o necessário equilíbrio das funções da boca e nariz, a análise do paciente com o intuito de eliminar as causas primárias das doenças respiratórias específicas, hábitos e vícios orais causadores das disfunções orais e doenças dentais, especificamente a cada indivíduo são objetivos nas consultas subseqüentes aos pacientes odontocronicos.

Para que o quadro de atendimento possa mudar em relação ao odontocrônico temos três ações:

Ações Curativas (Assistência dental Odontológica)

l Diagnóstico de doenças dentais e mucosa oral

l Plano de tratamento do desequilíbrio das funções orais

l Tratamento dental e ajuste oclusal.

Ações Preventivas e Ações de controle da doença:

l Monitoramento e manutenção das funções orais

l Identificação de risco de patologias

l Aplicação do programa de redução de risco de cárie (saliva).

Ações de estímulo à manutenção da saúde:

l Monitoramento e controle da saúde oral e geral

l Educação das funções da boca e higiene oral

l Conscientização das funções da boca e nariz

l Melhora na aprendizagem e qualidade de vida.

Critérios de monitoramento

Inicialmente os pacientes são classificados em três níveis de riscos: alto, médio e baixo risco.

10.1. Alto Risco

Caracteriza-se por ter a qualidade de vida e saúde oral comprometidas com possibilidade de morte. São pacientes que realizam tratamentos freqüentes e, em caso de não monitoramento, constituem-se em grupos de tratamentos contínuos . Outros casos são aqueles que nunca foram submetidos a tratamento ou foram submetidos a tratamentos inadequados, pacientes com patologias crônicas gerais, hospitalizados ou não.

10.1.a) Indicadores de Inclusão

Pacientes com mais de 3 anos ou mais sem tratamento

Pacientes em uso de medicamentos diários

Pacientes com sinais vitais alterados

Pacientes com alta utilização por falta de função oral

Pacientes com situação de alta utilização por dor orofacial

Pacientes com alta utilização por doenças orais

Pacientes com alta utilização por doenças gerais

10.2. Médio Risco

Caracterizam-se por ter a qualidade de vida e saúde alteradas. Pacientes em tratamento ou não que realizam retornos para tratamento de urgências, gerando novas consultas. São pacientes de média utilização e freqüentemente podem evoluir para alto risco quando não monitorados.

10.2.a) Indicadores de inclusão

Pacientes que abandonam tratamentos sem concluí-los.

Pacientes com doenças orais ou gerais em tratamento ou controlados. Por exemplo: idosos crônicos, gestantes.

Pacientes que usam vários Cirurgiões Dentistas para terminar o mesmo tratamento.

10.3. Baixo Risco

Caracterizam-se como pacientes de baixo risco aqueles que em tratamento ou não, têm baixa utilização, além da programação inicial de manutenção definida no primeiro plano de atendimento, terá suas funções controladas ou monitoradas.

10.3.a) Indicadores de Inclusão

Pacientes que realizam tratamentos até o final com o mesmo Cirurgião Dentista. Exemplo: ortodontia.

Pacientes com retornos agendados. Exemplo: endodontia.

Pacientes com situação de utilização finalizadas . Exemplo: pacientes com tratamentos periodontais finalizados.

Gerenciamento do risco

a) Alto Riscomonitoramento contínuo, um ou mais contatos semanais com o paciente seu Cirurgião Dentista ou Médico.

b) Médio Riscomonitoramento semanal, não mais de 5 contatos mensais com o paciente seu Cirurgião Dentista ou Médico.

c) Baixo Riscomonitoramento episódico, monitoramento não mais de 2 contatos bimensais.

CONCLUSÃO

1. Relevâncias da escolha do estudo e pesquisa do negócio

Por não haver no âmbito de tratamentos odontológicos no Brasil um atendimento ao indivíduo odontocrônico em todas as diferentes idades e classes sociais; afirmo que a prevenção e manutenção das funções da boca e aparelho respiratório com objetivo de evitar ou diminuir patologias orais e respiratórias, disfunções dos estímulos neurais em indivíduos com déficit no aprendizado escolar ou diagnosticados com a síndrome TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade por desequilíbrio de Oe CO2 a nível cerebral temos nós, especialistas em Ortopedia Funcional dos Maxilares, nos dias de hoje ciência e tecnologia de reposição mandibular para equilibrar a saúde no atendimento a pacientesodontocrônicos.

Concluímos que este estudo de observação e pesquisa no atendimento aos indivíduos portadores de disfunção oral e respiratória que ora chamamos de Odontocrônicos e que este negócio, tem a finalidade de diminuir na cavidade oral enasal distúrbios de função e patologias graves que podem levar a morte, como hipertensão arterial, diabetes tipo II e infarto do miocárdio, no indivíduo adulto os dados relatados pelos pacientes e no diagnóstico do odontólogo e médico são compatíveis com os dados e patologias apresentados.

Fica demonstrado que nas analises realizadas nas tabelas e com o cumprimento do tratamento e observações nos pacientes através das funções da boca e nariz que são a entrada e saída correta do O2 e CO2,não apresentam patologias específicas nestes órgãos mas quando alteradas a inspiração e expiração, podem levar os indivíduos a patologias e distúrbios pela falta de oxigenação cerebral isto define um novo entendimento e estudo para indivíduos odontocronicos, TDAH transtorno e défict de atenção com graves resultados para o aprendizado escolar e recorrências de patologias do nariz e boca.

Entendemos que a correção dos hábitos orais e nasais o quanto antes, bem como a orientação desde a amamentação fisiológica e alimentação,tem o hábito instalado e quando corrigido tem evitado a desarmonia facial e distúrbios na oxigenação cerebral o que justifica por si só o estudo apresentado.

REFERENCIAL TEÓRICO

 Odontologia em evidência, CFO–Conselho Federal de Odontologia, ADA–American Dental Association

 Experiência clínica 40 anos, pesquisas e trabalhos de casos estudados

 Especialista na área de atuação, CFO–Conselho Federal de Odontologia

A partir de trabalhos realizados por Pedro Planas (Barcelona-Espanha) sobre reabilitação neuro oclusal e de Frankel (Alemanha) a teoria dos estímulos da matriz funcional definidos por ML Moss (Estados Unidos) estímulos estes recebidos pelos órgãos faciais, músculos e alvéolo; deriva um grande estudo, Odontologia em Evidência, para o uso de uma aparatologia que corresponde o padrão de estudo e pesquisa acima exposto. Reposição mandibular e alinhamento dental e recuperação das funções orais e nasais, através de estímulos musculares e remoção dos hábitos miofuncionais deletérios.

O que vemos hoje é um grande avanço de tecnologias disponibilizadas com técnicas específicas para a recuperação de pacientes odontocrônicos. Trabalhos desenvolvidos na recuperação das funções orais e nasais, como princípio de desequilíbrio e origem destas disfunções estão sendo pesquisados e publicados em histórias bem recentes.

Resultados oferecidos pelas pesquisas desenvolvidas (Sistema Trainer) pelo Dr. Cris Farrell e colaboradores (Austrália/Inglaterra) com mais de 5 milhões de aparelhos colocados em pacientes odontocrônicos em mais de 100 países, inclusive o Brasil, nos dá uma dimensão de qualidade e objetivos alcançados nestes últimos 20 anos.

Os resultados observados nos trabalhos realizados em pacientes odontocrônicos na recuperação das atividades da vida diária destes indivíduos, como também na aprendizagem escolar através dos estímulos recebidos a nível cerebral, recuperando e estabilizando a qualidade de vida dos odontocrônicos bem como as funções do nariz e boca e alinhamento dental, resultados estes foram obtidos através da análise dastabelas apresentadas.

CRONOGRAMA

FASES DA PESQUISA

SET.

1987/2007

NOV. 2009

DEZ.

2009

JUN.

2010

JUl.

2010

Projeto de Pesquisa

X

Coleta de Dados

X

Sistematização dos Dados

X

X

Análise dos Dados

X

X

X

Relatório Final de Pesquisa

X

X

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Planas, Pedro. Reabilitaçao neuro-oclusal (RNO). 2ª Ed. Barcelona, Masson-Salvat, 1994.

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NEUROLOGIA QUE TODO MÉDICO DEVE SABER (segunda edição). RICARDO NITRINI, LUIZ ALBERTO BACHESCHI (editores). Um volume (21 x 28 cm) em brochura, com 490 paginas. São Paulo, 2003: Livraria Atheneu

TRATAMENTO CLÍNICO E CIRÚRGICO DAS EPILEPSIAS DE DIFÍCIL CONTROLE. ARTHUR CUKIERT (editor). Um volume (22 x 28 cm) encadernado, com 394 páginas. São Paulo, 2002: Lemos Editorial

Kaufman E, Lamster IB. The diagnostic applications of saliva. A review. Crit Rev Oral Biol. Med 2002;13:197-212.

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¹ Aluno do curso de Especialização em Docência e Gestão do Ensino Superior, FASAM, 2009/2010

² Coordenador do curso de Especialização em Gestão e Docência no Ensino Superior, FASAM, 2009/2010